‘Do Mil ao Milhão’ o que aprendi com a leitura de Thiago Nigro

Nosso educador financeiro Thiago Henrique o que aprendeu com a leitura 'Do Mil ao Milhão'

Nosso educador financeiro Thiago Henrique o que aprendeu com a leitura 'Do Mil ao Milhão'; acompanhe
Por: Da Redação em 17/04/2021

O Livro ‘Do Mil ao Milhão: sem cortar o cafezinho’ não é um guia  tradicional que precisa  ser seguido.  Demonstra de forma simples com os fatos reais a maneira de como percorrer o caminho rumo à liberdade financeira. E principalmente: qualquer caminho pode construir patrimônio deste porte. Não é daqueles de autoajuda, mas também não é técnico sobre investimentos, ele reúne esses dois extremos em uma única obra.

Do Mil ao Milhão: minha percepção como educador financeiro

Você aprenderá do zero, ou seja, o básico das finanças pessoais. Passos fundamentais  como poupar, o processo de montar um controle financeiro, o  significado de gastos essenciais e muito mais. 

E digo mais: o livro é repleto de notas de rodapé onde o leitor é inserido no mundo dos jargões financeiros. Importante frisar essa questão,  porque a cada novo termo comum do universo das finanças, o Thiago Nigro teve o cuidado de apresentar o significado prático e, assim, permitir que o leitor se desenvolva ao longo da leitura. 

Do Mil ao Milhão: os três pilares

Quero trazer aqui outro destaque que considero importante como guia de leitura. O autor dividiu muito bem os assuntos em três grandes pilares. São eles: ‘Gastar Bem’, “Investir Melhor’ e ‘Gastar Melhor’e Vamos conhecer.

Gastar Bem

 O primeiro dos três pilares diz respeito a todos nós, afinal, todos gastamos de forma direta ou indireta. 

O Thiago demonstra que não se trata de montar um orçamento cortando tudo.  Na proposta de controle financeiro proposta por ele, há a opção que, digamos, seria  ‘parcela para torrar’, como ele mesmo diz.  

Na visão dele, toda pessoa precisa separar um pouco de grana para diversão. 

Investir Melhor 

O próprio Thiago já teve uma péssima experiência com os seus investimentos e perdeu os únicos R$ 5k que tinha na época. Ele conta com detalhes no livro.

Esse pilar não se trata de enriquecer do dia para a noite. A aborda o ponto de que enriquecer é um trabalho de estudo e estratégias para se obter os melhores resultados possíveis. 

É a parte mais técnica, mas mesmo assim você absorve todo o conteúdo e estará melhor preparado para fazer seus investimentos.  

Ganhar mais

Essa parte do livro é a mais provocativa de todo o livro, na minha opinião. Afinal, mexe com a forma de como a maioria de nós, brasileiros, fomos ensinados a pensar em emprego, salário, carreira etc. 

Do Mil ao Milhão: como eu coloquei em prática os aprendizados da leitura

Você já deve ter percebido que o livro é muito mais do que aprender sobre investimentos. No meu caso também não foi diferente. O que mais me provocou foi a primeira parte (a de gastar melhor).

Ainda menino…

Desde criança sempre tive uma mentalidade sobre gastos diferente de muitas pessoas. Normalmente, quando um adolescente começa a trabalhar, ele quer comprar roupas e aparelhos que antes não poderia ter. 

Isso não foi diferente entre vários amigos meus, ainda mais porque venho de uma família simples, sem posses ou coisas do tipo – moramos de favor até os meus 18 anos, por exemplo. 

Já adolescente…

Talvez, por crescer nesse ambiente, me despertou para que desde novo eu tivesse hábitos mais saudáveis financeiramente. Apliquei esse conceito de gastar bem, desde os primeiros “salários”. O meu poder aquisitivo aumentou à medida que me desenvolvi profissionalmente. E sempre, sempre, sempre mantive os gastos sempre sob controle.

Na vida adulta…

Eu nadava na contra-mão, porque me mantinha num padrão de vida mais simples possível (obviamente muita coisa mudou), mas não me atrevia a fazer loucuras que normalmente jovens com bons salários fazem: comprar carro zero KM financiado, comprar roupas de grifes, e outros. 

Ao ler o livro percebi que trilhei o caminho certo até então!  E foi assim que quitei meu primeiro apartamento com apenas 1/5 do tempo que estava previsto no financiamento. Uma vitória! 

As contas recentes da minha vida

Recentemente, eu e minha esposa assumimos o compromisso de cortar o nosso custo com o nosso carro. Projetamos quanto nos custaria mantê-lo e o que ganharíamos se não o tivéssemos mais. 

Pasmem, mas sem ter o carro parado já economizaríamos R$ 300 todos os meses.  

Com essa economia mensal que temos de R$ 300,00, ao fim de um ano teremos poupado exatos R$ 3.600, em 5 anos, R$ 18.000 ou se pensarmos um pouco mais longe, quando meu filho (hoje com 3 anos) chegar a maior idade, teremos o montante de R$ 54.000. 

Sem contar o dinheiro que recebemos com a venda e as correções financeiras no período. Ou seja, deixar de gastar R$ 300,00 com o carro por mês, poderá me render muito mais de R$ 100.000 daqui quinze anos.

 Esse foi um exemplo de como eu fiz e que qualquer pessoa pode fazer o mesmo dentro da sua realidade pode fazer.

Minha recomendação é que você faça um Check-up em suas finanças para identificar oportunidades de economia que possam proporcionar folga no seu orçamento. Que tal começar agora mesmo?

 

>> Thiago Silva é educador financeiro no Plusdin.

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