Quem recebe um pedido médico para fazer uma ressonância magnética quase sempre se pergunta a mesma coisa: qual é o valor da ressonância magnética?
O preço do exame pode variar bastante e isso continua gerando dúvidas, principalmente para quem vai pagar particular.
Qual é o valor de uma ressonância magnética?
O valor da ressonância magnética varia conforme vários fatores, mas, de forma geral, os preços praticados ficam na seguinte faixa:
- R$500 a R$1.200 → exames mais simples (sem contraste)
- R$800 a R$2.500 → exames mais complexos ou com contraste
Em grandes centros urbanos, o valor costuma ser mais alto. Já em clínicas menores ou cidades do interior, é possível encontrar preços mais acessíveis.
O que influencia o valor da ressonância magnética?
Se você já pesquisou preços e encontrou valores muito diferentes, saiba que isso é normal. O custo do exame depende de vários fatores.
Parte do corpo examinada
Algumas regiões exigem mais tempo de máquina e análise mais detalhada, como:
- coluna (principalmente coluna total);
- crânio;
- articulações específicas;
- abdômen.
Quanto mais complexo o exame, maior tende a ser o valor.
Uso de contraste
A ressonância magnética com contraste costuma ser mais cara.
Isso acontece porque:
- envolve medicamento específico;
- exige acompanhamento profissional durante o exame;
- demanda mais tempo de preparo e execução.
Em muitos casos, o contraste só é usado quando realmente é necessário para o diagnóstico.
Clínica e tecnologia utilizada
O tipo de equipamento também interfere no preço:
- aparelhos mais modernos e silenciosos;
- exames com melhor resolução de imagem;
- clínicas que oferecem laudos mais rápidos.
Tudo isso pode elevar o valor final.
Região e cidade
Capitais e grandes cidades geralmente têm preços mais altos, enquanto cidades menores tendem a oferecer valores mais competitivos.
Ressonância magnética com plano de saúde: quem tem direito?
Na maioria dos casos, o plano de saúde cobre a ressonância magnética, desde que:
- haja solicitação médica;
- o exame esteja dentro do rol de procedimentos da ANS;
- sejam respeitadas carências e regras do contrato.
Alguns planos exigem:
- autorização prévia;
- coparticipação;
- realização do exame em clínicas credenciadas.
Por isso, sempre vale conferir as condições antes de agendar.
Ressonância magnética pelo SUS é possível?
Sim. A ressonância magnética pode ser feita pelo SUS, mas existem alguns pontos importantes:
- é necessário encaminhamento médico pela rede pública;
- o prazo pode variar bastante, dependendo da cidade e da demanda;
- em casos urgentes, a prioridade costuma ser maior.
Apesar da espera, essa é uma alternativa importante para quem não pode arcar com o valor particular do exame.
Vale a pena pagar particular pela ressonância magnética?
Depende da situação.
Pode valer a pena quando:
- o exame é urgente;
- a fila do SUS está muito longa;
- o plano de saúde não cobre aquele tipo específico;
- você precisa do laudo rapidamente.
Dicas para pagar menos na ressonância magnética
Algumas estratégias simples ajudam a economizar:
- Pesquise em mais de uma clínica antes de agendar
- Pergunte sobre desconto para pagamento à vista
- Verifique se há convênios com clínicas populares
- Confirme se o exame realmente precisa de contraste
- Compare prazos de entrega do laudo (às vezes, pagar um pouco menos significa esperar mais)
Pequenas diferenças de preço podem representar uma economia significativa.
Ressonância magnética dói? O exame é seguro?
A ressonância magnética:
- não dói;
- não usa radiação ionizante;
- é considerada um exame seguro.
O principal desconforto costuma ser:
- o barulho do aparelho;
- ficar parado por alguns minutos;
- em alguns casos, a sensação do contraste (quando utilizado).
Saber quanto custa uma ressonância magnética é fundamental para se organizar financeiramente e escolher a melhor opção entre SUS, plano de saúde ou pagamento particular.
O valor varia conforme o tipo de exame, uso de contraste, tecnologia e região, mas pesquisar com calma e entender suas alternativas pode evitar gastos desnecessários.
Sempre converse com o médico sobre a real necessidade do exame e, se possível, compare preços antes de agendar. A informação faz diferença, inclusive no bolso.




