Qual o valor de uma ressonância magnética no particular?

Veja quanto custa a ressonância magnética, quando o plano cobre e como pagar menos pelo exame

Por: Pamela Gaudio em 19/01/2026
Tempo de Leitura: 3 minutos
Ressonância magnética valor

Quem recebe um pedido médico para fazer uma ressonância magnética quase sempre se pergunta a mesma coisa: qual é o valor da ressonância magnética?

O preço do exame pode variar bastante e isso continua gerando dúvidas, principalmente para quem vai pagar particular.

Qual é o valor de uma ressonância magnética?

O valor da ressonância magnética varia conforme vários fatores, mas, de forma geral, os preços praticados ficam na seguinte faixa:

  • R$500 a R$1.200 → exames mais simples (sem contraste)
  • R$800 a R$2.500 → exames mais complexos ou com contraste

Em grandes centros urbanos, o valor costuma ser mais alto. Já em clínicas menores ou cidades do interior, é possível encontrar preços mais acessíveis.

Importante: esses valores são para pagamento particular. Quando há convênio ou SUS, o custo direto para o paciente pode ser reduzido ou inexistente.

O que influencia o valor da ressonância magnética?

Se você já pesquisou preços e encontrou valores muito diferentes, saiba que isso é normal. O custo do exame depende de vários fatores.

Parte do corpo examinada

Algumas regiões exigem mais tempo de máquina e análise mais detalhada, como:

  • coluna (principalmente coluna total);
  • crânio;
  • articulações específicas;
  • abdômen.

Quanto mais complexo o exame, maior tende a ser o valor.

Uso de contraste

A ressonância magnética com contraste costuma ser mais cara.

Isso acontece porque:

  • envolve medicamento específico;
  • exige acompanhamento profissional durante o exame;
  • demanda mais tempo de preparo e execução.

Em muitos casos, o contraste só é usado quando realmente é necessário para o diagnóstico.

Clínica e tecnologia utilizada

O tipo de equipamento também interfere no preço:

  • aparelhos mais modernos e silenciosos;
  • exames com melhor resolução de imagem;
  • clínicas que oferecem laudos mais rápidos.

Tudo isso pode elevar o valor final.

Região e cidade

Capitais e grandes cidades geralmente têm preços mais altos, enquanto cidades menores tendem a oferecer valores mais competitivos.

Ressonância magnética com plano de saúde: quem tem direito?

Na maioria dos casos, o plano de saúde cobre a ressonância magnética, desde que:

  • haja solicitação médica;
  • o exame esteja dentro do rol de procedimentos da ANS;
  • sejam respeitadas carências e regras do contrato.

Alguns planos exigem:

  • autorização prévia;
  • coparticipação;
  • realização do exame em clínicas credenciadas.

Por isso, sempre vale conferir as condições antes de agendar.

Ressonância magnética pelo SUS é possível?

Sim. A ressonância magnética pode ser feita pelo SUS, mas existem alguns pontos importantes:

  • é necessário encaminhamento médico pela rede pública;
  • o prazo pode variar bastante, dependendo da cidade e da demanda;
  • em casos urgentes, a prioridade costuma ser maior.

Apesar da espera, essa é uma alternativa importante para quem não pode arcar com o valor particular do exame.

Vale a pena pagar particular pela ressonância magnética?

Depende da situação.

Pode valer a pena quando:

  • o exame é urgente;
  • a fila do SUS está muito longa;
  • o plano de saúde não cobre aquele tipo específico;
  • você precisa do laudo rapidamente.
Por outro lado, se não houver pressa, buscar o SUS ou o plano pode ser a melhor opção para evitar gastos altos.

 Dicas para pagar menos na ressonância magnética

Algumas estratégias simples ajudam a economizar:

  • Pesquise em mais de uma clínica antes de agendar
  • Pergunte sobre desconto para pagamento à vista
  • Verifique se há convênios com clínicas populares
  • Confirme se o exame realmente precisa de contraste
  • Compare prazos de entrega do laudo (às vezes, pagar um pouco menos significa esperar mais)

Pequenas diferenças de preço podem representar uma economia significativa.

Ressonância magnética dói? O exame é seguro?

A ressonância magnética:

  • não dói;
  • não usa radiação ionizante;
  • é considerada um exame seguro.

O principal desconforto costuma ser:

  • o barulho do aparelho;
  • ficar parado por alguns minutos;
  • em alguns casos, a sensação do contraste (quando utilizado).

Saber quanto custa uma ressonância magnética é fundamental para se organizar financeiramente e escolher a melhor opção entre SUS, plano de saúde ou pagamento particular.

O valor varia conforme o tipo de exame, uso de contraste, tecnologia e região, mas pesquisar com calma e entender suas alternativas pode evitar gastos desnecessários.

Sempre converse com o médico sobre a real necessidade do exame e, se possível, compare preços antes de agendar. A informação faz diferença, inclusive no bolso.