O Chile é um dos destinos internacionais mais procurados pelos brasileiros, e não é à toa. Mas antes de comprar a passagem, a pergunta que todo mundo faz é: quanto custa uma viagem para o Chile em 2026?
De Santiago cosmopolita ao Deserto do Atacama, passando pelas vinícolas premiadas e pelas estações de neve da Cordilheira dos Andes, o país oferece experiências incríveis para todos os perfis de viajante.
Neste guia, reunimos os valores mais atualizados para você planejar tudo com calma e sem sustos no cartão.
Passagem aérea para o Chile: quanto custa?
A passagem costuma ser o maior gasto da viagem quando se pesquisa quanto custa uma viagem para o Chile.
A boa notícia é que existem voos diretos para Santiago saindo de várias cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte.
De acordo com buscadores consultados em 2026, os preços para uma passagem de ida e volta em classe econômica estão assim:
- Menor preço encontrado (promoção): a partir de R$ 892 (Skyscanner)
- Faixa promocional monitorada: passagens abaixo de R$ 1.100 são consideradas promoção
- Preço médio em março de 2026: R$ 1.717 (Mundi)
- Companhias com voos diretos: LATAM, Sky Airline, JetSmart, Aerolíneas Argentinas e Gol
Dicas para economizar na passagem
Compre com 30 a 50 dias de antecedência para as melhores tarifas
Use buscadores como Google Flights, Skyscanner e Melhores Destinos para monitorar preços
Voar na segunda ou terça-feira costuma ser mais barato do que no fim de semana
Se você acumula milhas, essa pode ser uma excelente oportunidade para resgatá-las
Alta e baixa temporada: quando vale mais a pena viajar?
Os preços variam bastante conforme a temporada:
- Alta temporada de verão (dezembro a fevereiro): dias quentes e agitados. Passagens e hospedagem sobem.
- Alta temporada de inverno (junho a agosto): época da neve na Cordilheira. É o pico do turismo, e dos preços. Viagens fora dessa época podem sair até 20% mais baratas.
- Baixa temporada (março a maio e setembro a novembro): melhor custo-benefício. Maio costuma ser o mês mais barato de todos.
Hospedagem no Chile: preços atualizados para 2026
Santiago tem opções de hospedagem para todos os bolsos.
A escolha do tipo de acomodação impacta muito o seu orçamento final, e hoje já é possível encontrar boas opções a preços acessíveis.
Valores médios por tipo de acomodação
Atenção: em regiões como o Deserto do Atacama e a Patagônia, as diárias costumam ser mais caras, especialmente na alta temporada.
Como pagar menos na hospedagem
Reserve com antecedência pelo Booking.com ou Airbnb para garantir os melhores preços
Dê preferência a hospedagens com café da manhã incluído, isso reduz seus gastos diários com alimentação
Os bairros de Providencia e Las Condes em Santiago oferecem ótima localização com boa relação custo-benefício
Quem vai ficar mais de 2 semanas pode avaliar o aluguel de apartamento por temporada, por isso é importante saber quanto custa uma viagem para o Chile.
Alimentação no Chile: comer bem sem gastar muito
O Chile tem fama de ser mais caro para comer do que o Brasil, e isso é um fato.
Mas existem estratégias que fazem toda a diferença para equilibrar o orçamento sem abrir mão de boas experiências gastronômicas.
Quanto custa comer em Santiago?
- Picada (restaurante simples): cerca de R$ 40 a R$ 70 por refeição (equivalente a CH$ 7.000)
- Menu del Día (almoço completo): R$ 70 a R$ 100 por pessoa, a opção com melhor custo-benefício
- Restaurante intermediário: R$ 80 a R$ 150 por refeição
- Shopping ou praça de alimentação: a partir de R$ 40 por pessoa (CH$ 7.000)
- Restaurante mais sofisticado: dificilmente sai abaixo de R$ 150 a R$ 170 por pessoa (CH$ 25.000)
Orçamento diário recomendado para alimentação:
R$ 233 por pessoa/dia em um perfil moderado.
Para uma experiência mais tranquila, especialistas locais recomendam planejar entre R$ 350 e R$ 500 por pessoa ao dia, especialmente para quem quer equilibrar bons restaurantes com refeições mais rápidas.
Dicas para economizar na alimentação
- Almoce em restaurantes locais no centro de Santiago: o Menu del Día (entrada + prato principal + sobremesa + bebida) é obrigatório
- Evite restaurantes turísticos, eles cobram mais pelo mesmo prato
- Substitua uma refeição por compras no supermercado ou em mercados municipais
- Nas montanhas, os preços sobem consideravelmente: um fast food na Cordilheira pode custar o mesmo que um restaurante em Santiago. Leve lanche se puder.
Transporte em Santiago: metrô, ônibus e aplicativo
A passagem de metrô ou ônibus urbano custa entre R$ 3,50 e R$ 7,00 por trecho, muito acessível.
Para usar o transporte público, vale comprar o Bip! Card disponível nas estações do metrô.
Para deslocamentos à noite ou em regiões mais afastadas, aplicativos de transporte funcionam bem.
Uma corrida curta de aplicativo em Santiago custa entre R$ 24 e R$ 36.
Para viagens entre cidades, os ônibus são confortáveis e baratos:
Santiago → Valparaíso: R$ 30 a R$ 60
Santiago → Puerto Varas (sul do Chile): R$ 100 a R$ 200
Quem quiser alugar carro tem opções a partir de R$ 125 a R$ 400 por diária, dependendo do modelo e da empresa.
Passeios e atrações: o que fazer e quanto custa
Uma ótima notícia: a maioria dos principais pontos turísticos de Santiago é gratuita ou muito barata.
Passeios grátis no Chile
Cerro Santa Lucía (vista panorâmica do centro)

O Cerro Santa Lucía é um parque histórico e mirante icônico no coração de Santiago, Chile.
Transformado de antigo forte militar em jardim ornamental no século XIX, o local oferece escadarias neoclássicas, fontes e uma vista panorâmica privilegiada da cidade com a Cordilheira dos Andes ao fundo.
Parque Metropolitano (subida a pé ou de bicicleta ao Cerro San Cristóbal)
O Parque Metropolitano de Santiago (Parquemet) é o maior parque urbano do Chile e oferece experiências distintas para quem decide subir o Cerro San Cristóbal sem usar o funicular ou o teleférico.

Museu da Memória e dos Direitos Humanos
É um dos espaços culturais mais impactantes de Santiago, dedicado a homenagear as vítimas de violações dos direitos humanos cometidas durante a ditadura militar no Chile (1973-1990).
O museu oferece uma experiência profunda e educativa, utilizando recursos modernos para preservar a memória histórica do país.

Visita guiada ao Palácio de La Moneda (agendamento online)
A visita guiada ao Palácio de La Moneda é uma das experiências mais ricas para compreender a história política do Chile, permitindo o acesso a pátios icônicos e salões onde ocorreram eventos decisivos para o país.

Plaza de Armas e Mercado Central
A Plaza de Armas é o quilómetro zero e o coração social da cidade desde a sua fundação.
É um local vibrante onde a história colonial se mistura com a vida urbana contemporânea, repleto de pintores, jogadores de xadrez e artistas de rua.
Localizado a poucas ruas da praça, o Mercado Central é famoso pela sua arquitetura metálica neoclássica e pela explosão de sabores do mar.
É o lugar perfeito para quem deseja ter uma experiência gastronómica autêntica.

Passeios pagos: valores atualizados para 2026

Quanto custa uma viagem para o Chile no total?
Estimativa para uma semana (7 dias), por pessoa

Seguro viagem no Chile: não saia sem ele
Um atendimento médico no Chile sem cobertura de seguro pode custar muito caro, e comprometer completamente o orçamento da viagem.
O seguro viagem básico para 7 dias custa a partir de R$ 150 por pessoa e é um investimento que vale muito a pena.
Antes de contratar, compare planos em sites especializados. Verifique coberturas para cancelamento de voo, extravio de bagagem e, principalmente, assistência médica.
Moeda e cartão: como levar dinheiro para o Chile
A moeda oficial do Chile é o peso chileno (CLP).
O câmbio pode ser feito em casas de câmbio ou bancos (evite o aeroporto, pois as taxas são menos vantajosas).
A maioria dos estabelecimentos aceita cartão de crédito internacional.
Para evitar taxas de conversão altas, pesquise contas internacionais ou cartões sem tarifas no exterior antes de embarcar. Essa é uma das formas mais eficientes de economizar sem abrir mão da praticidade.
Vale a pena viajar para o Chile?
Saber quanto custa uma viagem para o Chile te ajuda a ver passagens a partir de R$ 892, hospedagem econômica a partir de R$ 101 por diária e um planejamento cuidadoso da alimentação, você consegue fazer uma semana incrível por volta de R$ 3.400 a R$ 4.800 no perfil mais econômico, ou investir mais para uma experiência ainda mais completa.
O segredo está em: comprar a passagem com antecedência, viajar na baixa temporada se puder, aproveitar os muitos passeios gratuitos de Santiago e controlar o gasto diário com alimentação.




